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O Insea é uma substância produzida a partir da combinação de polifenóis provenientes de dois tipos de algas, a Ascophyllum nodosum e o Fucus vesiculosus. A primeira consiste em uma alga de coloração marrom amarelada, colhida nas águas próximas às costas do Canadá, sua composição nutricional apresenta macronutrientes (gorduras, carboidratos e proteínas), micronutrientes (magnésio, zinco, ferro, potássio, entre outros), citocinas, ácido abscísico e aminoácidos (alanina, fenilalanina, tirosina, valina, entre outros).


A segunda (Fucus vesiculosus), por sua vez, é também uma alga marinha que vive fixada às rochas nas costas do Atlântico norte, também apresenta uma coloração amarronzada e uma composição nutricional semelhante à primeira, contudo, se difere por conta da composição de sua mucilagem, esta, apresenta fucoidina e laminarina (ésteres polissacarídeos sulfatados) e algina (ácido poli- D-manurônico). Além disso, este tipo de alga consegue absorver o iodo presente na água do mar, e fixando-o na forma de iodeto de potássio ou sódio.


O Insea apresenta em sua composição, os florotaninos, uma subclasse de polifenóis encontrados apenas nas algas marrons e que possuem uma grande aplicabilidade terapêutica, variando de atividade antioxidante e anti- inflamatória. Contudo, uma capacidade se destaca das demais, esse composto atua diretamente nas enzimas alfa-amilase e alfa-glucosidade, inibindo-as e, consequentemente, reduzindo a digestão e assimilação do amido e açúcar.


Este feito inibe ou atenua outros mecanismos ocasionados pelo consumo de carboidratos, caso da “maré pós-prandial”, neste, há um direcionamento do fluxo sanguíneo para o sistema gastrointestinal, diminuindo o fluxo no cérebro e, consequentemente, diminuindo a entrega de oxigênio nesse local, ocasionando em um menor estado de alerta. Além disso, para digerir os carboidratos, há um aumento na produção de suco gástrico, por conseguinte aumenta a liberação de bicarbonato de sódio, provocando uma alcalose metabólica conhecida como maré alcalina. A utilização do Insea foca exatamente nisso, seu mecanismo de ação consiste em inibir a atuação das enzimas citadas anteriormente, atenuando a digestão e absorção dos carboidratos e evitando as respostas fisiológicas do organismo (caso da letargia).


Os efeitos supracitados do Insea são corroborados pela literatura vigente, caso da pesquisa conduzida por Beaulieu, M. et al. (2011), em que os autores investigaram a eficácia de um extrato a base de algas em relação às enzimas responsáveis pela digestão e absorção dos carboidratos. Os resultados demonstraram que os animais suplementados com o extrato tiveram uma atenuação no aumento da glicose pós-prandial, apontando um possível potencial benéfico da substância para modular a digestão e assimilação dos carboidratos.


Outro achado clínico importante foi evidenciado pelo estudo de Paradis, M.; Couture, P. e Lamarche, B. (2011), em que os autores realizaram um estudo duplo-cego randomizado com grupo placebo para investigarem os efeitos das algas marrons nos marcadores de glicose e insulina plasmáticas após a administração de 2 fatias de pão branco (fonte de amido) aos voluntários. Os resultados demonstraram que o grupo suplementado com 2 cápsulas de 250mg de algas apresentou uma diminuição de 48% nos níveis de glicose no sangue e uma diminuição de 12,1% nos níveis de insulina.


Referências:

LAMARCHE, Benoît; COUTURE, Patrick; PARADIS, Marie. A randomised crossover placebo-controlled trial investigating the effect of brown seaweed (Ascophyllum nodosum and Fucus vesiculosus) on postchallenge plasma glucose and insulin levels in men and women. Appl Physiol Nutr Metab, [S. l.], p. -, 16 nov. 2011. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22087795/. Acesso em: 1 nov. 2021.

RICHARD, Denis et al. Effect of a commercially-available algal phlorotannins extract on digestive enzymes and carbohydrate absorption in vivo. Food Research International, [S. l.], p. 3026-3029, 1 nov. 2011. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0963996911004637.

Acesso em: 1 nov. 2021.INFINITY PHARMA. InSea2. Informe Científico, [S. l.], p.

1-9, 1 dez. 2019. Disponível em: https://infinitypharma.com.br/wp-

content/uploads/2019/12/InSea2.pdf. Acesso em: 1 nov. 2021.

FLORIEN. Florotaninos. Informe Científico, [S. l.], p. 1-8, 1 mar. 2019. Disponível em: https://florien.com.br/wp-content/uploads/2019/03/florotaninos.pdf. Acesso em: 1 nov. 2021.

FLORIEN. ASCOPHYLLUM. Informe Científico, [S. l.], p. 1-4, 1 jun. 2016. Disponível em: https://florien.com.br/wp-content/uploads/2016/06/ASCOPHYLLUM.pdf. Acesso em: 1 nov. 2021.BELLETI, Klézia et al. Parâmetros para o controle de qualidade de Fucus Vesiculosus L., Fucaceae. Revista Brasileira de Farmacognosia , [S. l.], p. 50-58, 1 jan. 1998. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbfar/a/pkHNfYX4hdN9LMDn5XQxLrx/?format=pdf&lang=pt.

Acesso em: 1 nov. 2021.


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