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Emagrecimento e dieta: Apenas a dieta hipocalórica basta para emagrecer?


Uma dieta hipocalórica é suficiente para proporcionar o emagrecimento?


E a resposta é: não! Um emagrecimento saudável e sustentável depende de estratégias nutricionais aliadas à prática de exercício físico e, em alguns casos, introdução de terapias comportamentais (principalmente para manutenção do peso perdido). Mesmo quando colocamos o foco apenas no componente nutricional da perda de peso, é claro que temos o déficit calórico como um ponto fundamental, mas está longe de ser o único parâmetro que importa.


Reduzir calorias sem se atentar para a qualidade dos alimentos que estão sendo consumidos na dieta pode reduzir a sensação de saciedade do paciente, a eficiência metabólica necessária para o processo, aumentar a fadiga e minar a motivação.


O que mais é preciso levar em conta?


Além da redução calórica e da qualidade da dieta de uma forma geral, é preciso levar em conta, por exemplo, o índice glicêmico dos alimentos. Níveis glicêmicos constantes geram maior sensação de saciedade e facilitam o controle da ingestão energética. A distribuição adequada dos nutrientes é outra questão importante. Atentar-se para o consumo adequado de proteínas é primordial para controlar melhor a fome.


Sem saúde intestinal não há emagrecimento. O consumo de fibras é fundamental para manter uma boa qualidade do funcionamento do intestino e da composição da microbiota e os metabólitos produzidos por espécies benéficas de bactérias podem ajudar a reduzir a percepção de fome. Considerar a rotina e preferências do paciente, garantindo um número de refeições que se adeque ao seu dia a dia, reduza a ansiedade e garanta o aporte calórico e nutricional necessário, de forma confortável, também ajuda a manter a adesão.


Desconsiderar os aspectos nutricionais fundamentais como os citados acima, pode reduzir a capacidade das células do seu paciente de realizar os processos de mobilização e oxidação da gordura. Isso porque, quanto maiores os adipócitos maior o teor de gordura acumulados dentro deles e além de causar mais inflamação, também ficam menos sensíveis aos hormônios que estimulam a lipólise e produzem menos adiponectina, dificultando o emagrecimento. Não oferecer um consumo de compostos bioativos com ação antioxidante, anti-inflamatória e termogênica irá reduzir a capacidade de proporcionar o funcionamento metabólico necessário para a perda de gordura.


Usar ativos que potencializam reações necessárias ao processo de emagrecimento, como o adequado metabolismo dos adipócitos, a mobilização e queima de gordura pode ser uma forma de trazer mais eficiência para o processo, aumentando a adesão ao planejamento alimentar e proporcionando melhores resultados.


Referências bibliográficas

Ramage, S., Farmer, A., Apps Eccles, K., & McCargar, L. (2014). Healthy strategies for successful weight loss and weight maintenance: a systematic review. Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism, 39(1), 1–20. doi:10.1139/apnm-2013-0026


Willoughby D, Hewlings S, Kalman D. Body Composition Changes in Weight Loss: Strategies and Supplementation for Maintaining Lean Body Mass, a Brief Review. Nutrients. 2018 Dec 3;10(12):1876. doi: 10.3390/nu10121876.

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