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Para que serve o Femini care?

O Femini Care é um probiótico desenvolvido exclusivamente para a saúde da mulher. Ele é composto por uma sinergia perfeita de cepas probióticas, direcionadas para promover a saúde de forma geral para as mulheres.


A microbiota feminina, se destaca pelas variações fisiológicas e hormonais únicas da mulher, desempenhando um papel crucial não apenas na saúde gastrointestinal e disbiose, mas também em questões como infecções geniturinárias, fertilização bem-sucedida, gestação saudável e na melhoria dos sintomas pós-menopausa.


Benefícios do Femini Care em diferentes aspectos da saúde da mulher: 


  • Candidíase: O Femini Care desempenha um papel fundamental na prevenção da candidíase, ao disponibilizar cepas probióticas que promovem o equilíbrio do microbioma vaginal. Ao restaurar a flora vaginal saudável, este aliado contribui significativamente para evitar tais infecções, oferecendo conforto e bem-estar duradouros. Além disso, os probióticos também reduzem os sintomas de infecções vaginais como corrimento vaginal, odor, prurido, entre outros.

  • Menopausa: O Femini Care desempenha uma função significativa nesse estágio, graças às suas cepas probióticas que não só promovem o equilíbrio hormonal, mas também favorecem a saúde vaginal. Esse papel crucial se reflete na diminuição do ressecamento vaginal, na diminuição dos fogachos e de outros sintomas relacionados à menopausa, proporcionando alívio e bem-estar.

  • Durante a gestação e lactação:as cepas probióticas contribuem para a saúde durante a gestação e lactação, beneficiando tanto a mãe quanto o bebê. Previne ainda o diabetes gestacional e a mastite durante a lactação. 

Nesse contexto, podemos concluir que o Femini Care é indicado para mulheres que desejam cuidar da saúde íntima, prevenir infecções e distúrbios íntimos, e aliviar os sintomas da menopausa. Além disso, pode ser interessante para o equilibrio da microbiota de gestantes e lactantes. 


Referências Bibliográficas:

Literatura técnica de apoio Lemma®: Vujic G, et al. Eur J Obstet Gynecol Reprod Biol. 2013;168(1):75-79. 


Somigliana E. et al, Hum. Reprod. 1999;14:2944?2950. Itoh H., et al. Cytotechnology. 2011;63:205?2. Hasain Z, et al. Front Cell Infect Microbiol. 2020;10:188. Published 2020 May 15.

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