Imunidade feminina


Durante o cenário pandêmico causado pelo novo coronavírus, a imunidade ganhou um papel central nas conversas diárias acerca das preocupações com a saúde. A ciência também aumentou sua atenção e esforços na busca de evidências sobre substâncias que pudessem aumentar as defesas naturais do organismo. Apesar do foco ser a proteção contra o novo vírus, o potencial de vários agentes que ganharam espaço na cena imunológica vai muito além da sua ação sobre esse invasor. Entre esses agentes, temos a própolis, um material natural produzido pelas abelhas, em forma de resina, que possui centenas de ingredientes ativos, entre eles flavonóides e ácidos fenólicos.


De maneira geral, a própolis possui atividade antibacteriana, antifúngica, antiviral, anti inflamatória, antioxidante, cicatrizante e atua no combate às infecções respiratórias. Quando traduzimos essas funções para o universo feminino, encontramos na própolis uma infinidade de potencialidades, garantindo um suporte importante para o adequado e pleno funcionamento imunológico, não só atuando na prevenção, como auxiliando no tratamento de diferentes condições.


Existem alguns diferentes tipos de própolis, sendo o verde, marrom e vermelho os mais conhecidos. A variação nos tipos está relacionada ao tipo de abelha produtora, região geográfica e estação do ano em que é produzido, fatores que resultam em algumas diferenças na composição. Atualmente, sabemos que a própolis vermelha, de origem brasileira, é uma das mais raras e potentes do mundo, e quando combinada com os tipos verde e marrom, os compostos atuam de maneira sinérgica, com especial efeito no manejo de condições associadas à processos inflamatórios e estresse oxidativo, como é o caso de várias patologias que acometem o organismo feminino, como a Síndrome dos Ovários Policísticos, endometriose, infecções urinárias e vaginais, apenas para citar alguns exemplos.


Um enorme potencial que vem sendo cada vez mais estudado na literatura científica é o potencial da própolis atuar, de forma adjuvante, como um agente quimiopreventivo no câncer de mama. Como essa é uma condição com incidência cada vez maior entre as mulheres e estas têm se engajado em buscas por alternativas mais naturais para lidar com a própria saúde, a própolis apresenta grande potencial. Isso se deve à sua composição de flavonóides, substâncias que possuem efeitos quimiopreventivos contra a carcinogênese, ou seja, o surgimento de tumores. Apesar de esse tipo de composto estar presente em uma série de alimentos de origem vegetal, os trabalhos in vitro utilizando a própolis visualizam uma atuação antiproliferativa específica desse ativo sobre as células cancerígenas, especificidade esta que aumenta seu potencial terapêutico. Vale ressaltar que nesse estágio, in vitro, ainda trata-se de estudos iniciais, mas os resultados obtidos são promissores.


Uma condição que acomete elevado número de mulheres, de maneira única ou recorrente, e causa sintomas que reduzem consideravelmente a qualidade de vida é a candidíase. Trata-se de uma infecção vulvovaginal causada pela proliferação excessiva do fungo Candida albicans, que naturalmente habita a microbiota vaginal feminina mas que, em momentos de queda de imunidade, pode crescer de maneira descontrolada e causar sintomas como coceira, secura vaginal, vermelhidão e escoriações na vagina. Mesmo considerando a variabilidade encontrada na composição da própolis, a sua atividade antifúngica é considerada uma importante estratégia terapêutica adjuvante no manejo da candidíase, especialmente pela capacidade de inibir a formação de biofilmes, que dificultam a ação dos antibióticos usados no tratamento dessa condição.


Considerando o potencial da utilização da própolis no fortalecimento da imunidade e saúde feminina, imagine o poder da união das própolis vermelha, verde e marrom para esse fim? É justamente esse poder que está presente no Própolis Mais, o único blend desse ativo que possui a tipologia vermelha. Por ser apresentado em forma solúvel, esse produto pode ser incluído na rotina de diferentes formas: água, sucos, shakes ou shots, turbinando com compostos bioativos as preparações do dia a dia. O seu uso é seguro e nas doses recomendadas (400mg, 2x/dia) apresenta boa tolerabilidade, mas é indicado que seja sempre feito com acompanhamento profissional e cautela no caso de gestantes e lactantes.


E se você, prescritor, se interessou pelo poder por trás dessa suplementação, não deixe de nos procurar para conhecer melhor esse produto e levar ainda mais qualidade de vida para suas pacientes!


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Masadah, R., Ikram, D., & Rauf, S. (2021). Effects of propolis and its bioactive components on breast cancer cell pathways and the molecular mechanisms involved. Breast Disease, 40, S15–S25. doi:10.3233/bd-219003


Felix, T. C., de Brito Röder, D. V. D., & dos Santos Pedroso, R. (2018). Alternative and complementary therapies for vulvovaginal candidiasis. Folia Microbiologica. doi:10.1007/s12223-018-0652-x


Guglietta, A. (2017). Recurrent urinary tract infections in women: risk factors, etiology, pathogenesis and prophylaxis. Future Microbiology, 12(3), 239–246. doi:10.2217/fmb-2016-0145


Lâmina PrópolisMais


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